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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Resenha: Cidades de Papel

Oi Fanáticos, tudo bem?
Hoje vim deixar a resenha de Cidades de Papel pra vocês.

Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.  (Retirado do site Skoob.)

Resenha: Estava tentando economizar os livros do John Green, afinal ele é um dos meus autores favoritos, mas, em uma tarde de tédio, eu resolvi pega-lo e foi uma excelente escolha.

O Livro conta a história de Quentin Jacobsen, ou Q, como ele é tratado o livro todo. Como ele mesmo diz no início do livro, ele podia ter todos os tipos de milagre na vida, -"Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos, poderia ter se casado com a rainha da Inglaterra e até mesmo ter sobrevivido meses à deriva no mar. Mas, o milagre dele mesmo, foi ser vizinho da Margo Roth Spiegelman." 

Margo Roth Spiegelman é chamada pelo nome todo para expressar a importância e a diferença entre ela e Q, enquanto ela é uma típica adolescente popular, que tem todos aos seus pés, mas, não é feliz com a vida que leva e nem tem atenção da família, por viver aprontando. Q é um bom filho e um bom amigo. -mesmo só tendo 2.-  Então, após uma noite de aventuras com Q, -o vizinho que abriu a janela à noite para recebe-la- ela decide desaparecer na manhã seguinte e deixar diversas pistas para Q.

Durante todo o livro, John faz o leitor se sentir como se estivesse ligando pontos, sem deixar a leitura entediante, cansativa, mesmo durante a busca. Como é parte da escrita do autor, ele faz uso o tempo todo de metáforas com a personalidade do "adolescente real". Te fazendo rir e se sentir sentada e se aventurando com eles.  - Eu juro que me senti no carro, viajando com eles. - 

O humor no livro fica pro amigo de Q, Ben. Gente, eu chorei de rir durante a viagem de carro e foi ele que me fez dar a última estrela para as 5 dadas ao livro. Sua vontade interminável e incontrolável de fazer xixi, me fez dar altas risadas. É impressionante a capacidade do John Green de criar personagens super engraçados e cativantes. Um verdadeiro Gênio -ataque de fangirl hahaha.-

Se eu recomendo a leitura? É claro. Eu vi muita gente falando que Cidades de Papel era -parecido demais- com Quem é você, Alasca?, outro livro F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O do autor. Realmente é quase a mesma premissa, mas, eu sinceramente não me incomodei. E o final? Sensacional. Eu não esperava um final diferente. Foi um final perfeito para a história. -sem clichês-.  Acho que as pessoas precisam esquecer que John é o mesmo autor de A culpa é das Estrelas, antes de ler qualquer outro livro dele. Julgar o livro pela temática e escrita, não compara-lo com ACEDE. 

"Nada acontece como a gente acha que vai acontecer." (Pág- 354)

Bom, é isso. Leiam e tiram suas próprias conclusões. Eu super recomendo.

5/5

Onde comprar?  {Saraiva}



sábado, 27 de julho de 2013

Resenha: Simplesmente Ana

Oi Fanáticos, tudo bom?
A Resenha de hoje é do Livro: 
Simplesmente Ana
Editora: Novo Conceito
Autora: Marina Carvalho
Ano de Publicação: 2013


Quando vi esse livro na livraria, adorei a capa e a sinopse mas como não podia comprar livros no dia, tive que deixa-lo lá. Para a minha alegria, o livro foi um dos presentes que eu ganhei do meu namorado e comecei a lê-lo no dia seguinte. Então, vamos falar da história.

A história começa com Ana recebendo uma mensagem no facebook em inglês com o seguinte conteúdo: "Desculpe, mas acho que sou seu pai." até ai, tudo bem. Ela combinou de se encontrar com ele, afinal, uma menina que cresceu sendo criada só pela mãe, deseja conhecer o pai. Só que ela descobre não só que ele realmente é seu pai, como ele é o rei de um país do sudeste da Europa, Krósvia. Ou seja, que ela, que até então era uma simples estudante de Direito de Minas Gerais, é uma princesa e precisa decidir se vai largar o Brasil para se juntar ao pai no castelo.

"Caraca, eu poderia até pirar por conta dessa reviravolta em minha vida!" Pág 11.

O Pai de Ana, Príncipe Andrej, logo sugere que ela tranque a faculdade por um semestre e passe umas "férias" de seis meses por lá e depois de muita insistência, Ana resolve aceitar. Ao chegar no Castelo, ela se encanta com o lugar e as escadarias a fazem lembrar da mansão do Sr. Darcy em Orgulho e Preconceito. (Como não amar? aiai *-*) e conhece Irina, a sua companhia, assessora, secretária que é encarregada de ajuda-la no que ela precisar. E Alex, o enteado do Pai, lindo e com um sorriso encantador, que a trata com frieza e indelicadeza, por desconfiar dela.

"... Alex foi extremamente sarcástico, o que me levou a acreditar que ele não me queria ali. Fiquei magoada. Até poucos dias atrás, eu mesma relutara em aceitar conhecer essa outra parte de minha vida..." Pág. 37 

Apesar da frieza e implicancia com Ana, Alex resolve mostrar a cidade pra ela e com o desenrolar da história nós conhecemos um Alex totalmente diferente, um verdadeiro príncipe encantado e a história muda. Mas, como todo conto de fadas, esse não poderia deixar de ter a tradicional Bruxa má e pra piorar a situação da nossa princesa, ela é loira e linda. Mas nada que uma fada madrinha ou um rei não possa resolver, não é? rs.

"Olha só a que ponto cheguei. Agora, fico desejando ser beijada por Alex, acordada ou não. Será que existe remédio para obsessão?" Pág 123.

" - Só mais uma pergunta! - ouvi alguém gritar. - Ana, você e o Alex Jankowski são irmãos ou namorados?" Pág 128.

" - Pai, vai me desculpar, mas esse seu enteado é um ator e tanto. Hollywood não sabe o que está perdendo. O Brad Pitt que se cuide." Pág 262.

A escrita da Marina é maravilhosa, foi uma leitura super gostosa e rápida. Por ser em primeira pessoa, ficamos "dentro da cabeça" da Ana e as vezes achamos até que a história é nossa ou de uma amiga. O livro te prende de tal forma que é impossível larga-lo. Quando eu li a sinopse, logo pensei nos livros da Cabot, mas, quando li as primeiras páginas, vi que não tem nada igual. A Autora criou um livro de princesa único. E eu tenho uma notícia maravilhosa pra vocês, Simplesmente Ana vai ter continuação. Isso mesmo, teremos mais Alex delicia. HAHAHA. 

Eu super recomendo o livro, é um Nacional maravilhoso, e nós precisamos apoiar mais os nossos autores. E além de tudo, a autora é uma fofa gente. Ela merece todo o sucesso que seu livro tá fazendo. 
Então, é isso Fanáticos. O que vocês ainda estão fazendo aqui? Corram para a livraria mais próxima e comprem o livro. Vale a pena! 

5/5 

Onde Comprar? {Saraiva}

sábado, 11 de maio de 2013

Resenha: A Elite

Oi pessoal, tudo bem?
A resenha de hoje é do livro: 

Atenção!! Esta resenha pode conter spoiler do livro: A Seleção

sábado, 12 de janeiro de 2013

Resenha: A Seleção

Oi fanáticos, tudo bom?
Hoje, vim aqui deixar a resenha de: A Seleção

*5 estrelas no Skoob*
Melhor distopia lida por mim até o momento.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Resenha: Anna e o Beijo Francês

Oi fanáticos, tudo bom?
Hoje vim aqui deixar mais uma resenha pra vocês. (essa já havia sido feita antes do blog ser criado.)
Editora: Novo Conceito
Autora: Stephanie Perkins
*5 estrelas no Skoob*